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	<title>Supply Chain Mix &#187; Suprimento</title>
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	<description>Supply Chain Mix, blog abordando assuntos como Private Labels, CT-e, Marca Propria, SEFAZ, NF-e, varejo</description>
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		<title>Por dentro dos Projetos &#8211; A importância da Comunicação</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Nov 2010 16:01:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Camilo Manfredi</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Comunicação é um campo de conhecimento acadêmico que estuda os processos de comunicação humana. Como disciplinas da comunicação, incluem-se a teoria da informação, comunicação intrapessoal, comunicação interpessoal, marketing, publicidade, propaganda, relações públicas, análise do discurso, telecomunicações e jornalismo. Com outras palavras, é a ação de transmitir uma mensagem e, eventualmente, receber outra mensagem como resposta.
Dentro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.supplychainmix.com.br/supplychainmix/wp-content/uploads/2010/11/comunica.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-330" title="comunica" src="http://www.supplychainmix.com.br/supplychainmix/wp-content/uploads/2010/11/comunica.jpg" alt="" width="179" height="179" /></a>Comunicação é um campo de conhecimento acadêmico que estuda os processos de comunicação humana. Como disciplinas da comunicação, incluem-se a teoria da informação, comunicação intrapessoal, comunicação interpessoal, marketing, publicidade, propaganda, relações públicas, análise do discurso, telecomunicações e jornalismo. Com outras palavras, é a ação de transmitir uma mensagem e, eventualmente, receber outra mensagem como resposta.<a href="http://www.supplychainmix.com.br/supplychainmix/wp-content/uploads/2010/11/comunicação1.jpg"></a></p>
<p>Dentro da cadeia de suprimentos e demanda a comunicação é encontrada de diversas formas, através da troca de dados (<em>EDI &#8211; Electronic Data Interchange</em>, <em><a href="http://www.supplychainmix.com.br/vendor-managed-inventory-vmi/" target="_blank">VMI- Vendor Managed Inventory</a></em>), através de colaboração interna (<em>Budget Planning, S&amp;OP – Sales &amp; Operations Planning, DRP – Distribution Requirements Planning</em>) e através de colaboração externa (<em>CPFR – Collaborative Planning, Forecasting and Replenishment</em>), com objetivo de fortalecer sempre a relação “ganha-ganha”.</p>
<p>Na vida profissional e dentro dos projetos, a comunicação é fundamental para o sucesso. Divulgar as estratégias, os principais acontecimentos, as atividades diárias e os pontos de atenção de maneira correta, evitam desalinhamentos, conflitos e desconfianças. Em resumo, “jogar limpo” gerencia as expectativas de todos os envolvidos direta ou indiretamente.</p>
<p>Em um projeto, as principais atividades para uma comunicação de sucesso são:</p>
<ul>
<li><strong>Condução Objetiva:</strong> Durante todo o projeto, a objetividade auxilia no correto entendimento do que deve ser realizado. Seja objetivo ao falar e ao escrever!<strong></strong></li>
<li><strong>Relacionamento: </strong>O relacionamento entre pessoas é a forma como eles se tratam e se comunicam, portanto o bom relacionamento dentro de um projeto abre portas e acelera muitas atividades.<strong></strong></li>
<li><strong>Envolvimento:</strong> O envolvimento das pessoas corretas aumenta o grau de interesse, comprometimento e torna a comunicação eficaz.<strong></strong></li>
<li><strong>Reuniões Periódicas:</strong> Para cada uma das reuniões, diferentes pessoas, de diferentes cargos e com diferentes responsabilidades devem ser envolvidas com objetivo de maximizarmos as soluções, a transparência do trabalho e alinhamento com a estratégia global. Materiais de acompanhamento devem ser criados e divulgados para todos os participantes. Não deixe com que as atividades do dia-a-dia o atrapalhem na condução das reuniões e envolvimento das pessoas corretas.</li>
<li><strong>Materiais de Apoio:</strong> Os materiais tornam a comunicação mais clara e objetiva. Para atingir o público que deseja, pense em um material útil e que faça parte do dia-a-dia destas pessoas. E-mails eletrônicos, monitores departamentais, veículos de intranet / internet, banners, treinamentos on-line, eventos e materiais promocionais podem e devem ser utilizados para aumentar o nível de conhecimento das pessoas para com o seu projeto.</li>
</ul>
<p> </p>
<p>A comunicação é um fator decisivo dentro de um projeto, da mesma maneira que também é decisivo no Marketing Pessoal. Todos desejam ser reconhecidos e recompensados, portanto faça com que suas realizações sejam percebidas.</p>
<p>Lembrem-se, um projeto de sucesso é um projeto conhecido!!</p>
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		<title>Fronteiras do VMI – Vendor Managed Inventory</title>
		<link>http://www.supplychainmix.com.br/2010/03/fronteiras-do-vmi-%e2%80%93-vendor-managed-inventory/</link>
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		<pubDate>Tue, 23 Mar 2010 20:24:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Camilo Manfredi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Suprimento]]></category>
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		<description><![CDATA[O VMI (Vendor Managed Inventory) consiste na gestão do elo seguinte, baseado nas informações de estoque e demanda. É um tema que está em alta no Brasil e deve ser conduzido como um diferencial competitivo. 
Utilizando informações simples, ele proporciona uma excelente gestão para os clientes e para o fornecedor. Em resumo, o processo de VMI [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O <a href="http://www.supplychainmix.com.br/vendor-managed-inventory-vmi/" target="_self"><em>VMI</em> (<em>Vendor Managed Inventory)</em></a> consiste na gestão do elo seguinte, baseado nas informações de estoque e demanda. É um tema que está em alta no Brasil e deve ser conduzido como um diferencial competitivo. </p>
<p>Utilizando informações simples, ele proporciona uma excelente gestão para os clientes e para o fornecedor. Em resumo, o processo de <em>VMI</em> utiliza inputs como Modelo de Negócio, Previsão de Demanda, Venda Real e Estoque para gerar outputs como Gestão da Malha do Cliente, Gestão da Malha do Fornecedor, Balanceamento de toda a Cadeia e <em>KPI´s</em> (<em>Key Performance Indicators</em>). </p>
<div class="mceTemp mceIEcenter">
<div id="attachment_270" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.supplychainmix.com.br/supplychainmix/wp-content/uploads/2010/03/vendor-managed-inventory1.jpg"><img class="size-medium wp-image-270 " title="vendor managed inventory" src="http://www.supplychainmix.com.br/supplychainmix/wp-content/uploads/2010/03/vendor-managed-inventory1-300x117.jpg" alt="" width="300" height="117" /></a><p class="wp-caption-text">Macro Processo de VMI</p></div>
</div>
<p style="text-align: center;"> </p>
<p>A utilização de uma plataforma de tecnologia que suporte este novo processo é fundamental para que a empresa tenha segurança e tranquilidade de que a gestão será possível operacionalmente. </p>
<p>A quantidade de clientes e quais clientes devem ser considerados potenciais para um projeto como este é a primeira definição que o fornecedor deve ter. Localização, relacionamento, disponibilidade de tecnologia, faturamento, <em>market share</em>, potenciais de melhoria devem ser considerados no momento da definição dos clientes. </p>
<p>Logo após a definição dos clientes, um plano de apresentação do conceito deve ser estruturado para futuras reuniões e aprovações, que normalmente são acordadas entre a alta gerência. Com a aprovação do conceito, o projeto poderá ser iniciado e conduzido dentro de um escopo que foi pré-definido.  </p>
<p>A definição do escopo delimita minhas fronteiras e facilita o foco nos resultados. Em muitos casos, as empresas encaram o <em>VMI</em> como uma oportunidade para se aproximar dos seus clientes e fortalecer a tão sonhada fidelização. </p>
<p>Um dos escopos possíveis pode ser a reposição dos produtos com base no real consumo ou até mesmo com base em uma previsão de vendas, que poderá ser acordada com o cliente ou calculada através de algoritmos matemáticos. Um outro escopo pode ser na disponibilização de uma plataforma de tecnologia em que o cliente consiga analisar e confirmar os pedidos de compra, calculados com base em um modelo de negócio próprio. </p>
<p>Dentro de uma organização, existem diversas áreas que poderiam ser beneficiadas com este tipo de iniciativa, <em>supply</em>, vendas, marketing, trade marketing, entre outras podem receber informações do mercado para auxiliar a tomada de decisão. </p>
<p>Portanto, defina seus objetivos com o <em>VMI</em> e encontre seu escopo ideal para iniciar um Projeto!!<strong> </strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Como o SCM pode ajudar no relacionamento com clientes em varejo?</title>
		<link>http://www.supplychainmix.com.br/2010/03/como-o-scm-pode-ajudar-no-relacionamento-com-clientes-em-varejo/</link>
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		<pubDate>Thu, 04 Mar 2010 20:31:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Autor Convidado*</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Não é nenhuma novidade que o bom relacionamento entre clientes e varejistas pode trazer inúmeros benefícios, para ambas as partes. Falando apenas do básico, clientes que possuem simpatia pelo varejo poderão indicá-lo a amigos, colegas e familiares. Além disso, esse relacionamento positivo aumenta consideravelmente o índice de recompra em uma mesma loja, um indicador importante [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não é nenhuma novidade que o bom relacionamento entre clientes e varejistas pode trazer inúmeros benefícios, para ambas as partes. Falando apenas do básico, clientes que possuem simpatia pelo varejo poderão indicá-lo a amigos, colegas e familiares. Além disso, esse relacionamento positivo aumenta consideravelmente o índice de recompra em uma mesma loja, um indicador importante para medir o sucesso do varejista. Seguindo essa premissa, será que o <a href="http://www.supplychainmix.com.br/supply-chain-management/">SCM</a> (Supply Chain Management) pode mesmo ajudar no relacionamento com clientes em varejo?</p>
<p>A resposta para essa pergunta está nas soluções que o mercado oferece hoje: o <a href="http://www.supplychainmix.com.br/electronic-data-interchange-edi/">EDI</a> (Electronic Data Interchange); processo de Reposição Inteligente e Distribuição Inteligente (RI/DI); monitoramento de processos de produção e estoques; projetos de planejamento e consultoria em SCM, entre outros. Todas essas soluções listadas, que são apenas algumas existentes no mercado, trazem inúmeros benefícios. Porém, uma análise superficial poderá equivocadamente nos levar a acreditar que o ganho no processo está apenas no lado do varejista.</p>
<p>Essas soluções citadas anteriormente possibilitam ao varejo agilizar o processo com seus fornecedores, diminuem a possibilidade de erro humano e custos, têm um controle para que os estoques estejam sempre em um bom nível, entre tantos outros benefícios.</p>
<p>Olhando para o lado do cliente pode-se entender com clareza que se o varejo implantou corretamente essas soluções, se conseguiu diminuir estoque e custos, logo será uma empresa mais competitiva e poderá oferecer preços mais atrativos. Se o varejo possui um bom controle de estoque, terá condições de manter aquele produto que o cliente tanto preza, sempre à disposição.</p>
<p>A satisfação do cliente é fundamental para um bom relacionamento e o papel do SCM não pode mais ser ignorado. O Brasil está, mesmo que timidamente, ultrapassando a etapa inicial dos processos de SCM. As empresas brasileiras de grande porte já não falam mais em implantação de projetos de EDI. Quem não o tem está atrasado, pois essa operação já faz parte de nossa realidade. O próximo passo está na evolução desse processo e, tanto as empresas que conseguirem oferecer soluções inovadoras em SCM, como aquelas que as implantarem, estarão um passo à frente da concorrência.</p>
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		<title>Redução de rupturas ainda é prioridade para o varejo em 2010</title>
		<link>http://www.supplychainmix.com.br/2010/02/reducao-de-rupturas-ainda-e-prioridade-para-o-varejo-em-2010/</link>
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		<pubDate>Wed, 17 Feb 2010 20:09:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Autor Convidado*</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O investimento em soluções que geram redução de rupturas continua sendo uma das prioridades do varejo em 2010. Este não é um problema novo, tampouco exclusivo do varejo brasileiro. Dados da ECR Brasil mostram que a ruptura média em países europeus é de 15 a 20%, no Chile  14%, na Argentina 13% e no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.supplychainmix.com.br/supplychainmix/wp-content/uploads/2010/02/image001.png"><img class="alignleft size-full wp-image-229" title="image001" src="http://www.supplychainmix.com.br/supplychainmix/wp-content/uploads/2010/02/image001.png" alt="" width="230" height="173" /></a>O investimento em soluções que geram redução de rupturas continua sendo uma das prioridades do varejo em 2010. Este não é um problema novo, tampouco exclusivo do varejo brasileiro. Dados da <a title="ECR" href="http://www.ecrbrasil.com.br/" target="_blank">ECR Brasil</a> mostram que a ruptura média em países europeus é de 15 a 20%, no Chile  14%, na Argentina 13% e no Brasil (eixo Rio-São Paulo) é de 8%. Apesar de melhor posicionado, as perdas decorrentes da ruptura somam valores exorbitantes no Brasil.</p>
<p>A falta de produtos em gôndola não gera ‘apenas’ perda de vendas para o varejo e para a indústria, mas abala a fidelidade do consumidor, que sai insatisfeito da loja. Há várias causas para a <a href="http://www.ecrbrasil.com.br/ecrbrasil/page/ruptura.asp" target="_blank">ruptura</a>, mas a principal delas é a má gestão dos estoques. A complexidade gerada pelo número cada vez maior de itens, a incerteza da demanda e a variabilidade do <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Lead_time" target="_blank"><em>lead time</em></a> de fornecimento torna a gestão de estoques um dos maiores desafios para o varejo.</p>
<p>Para gerenciar estoques de forma eficaz neste ambiente complexo, é imprescindível automatizar processos de retaguarda. Neste sentido, o <a href="http://www.supplychainmix.com.br/electronic-data-interchange-edi/" target="_blank">EDI</a> (<em>Electronic Data Interchange</em>) é uma das soluções tecnológicas mais utilizadas.</p>
<p>Integrar dados com seus parceiros de negócio é fundamental, porém, não é suficiente. A simples integração não garante que os dados transacionados sejam acurados. Para isso, é necessário sincronizar dados, de modo que comprador e fornecedor trabalhem sempre com as mesmas informações e que estas sejam confiáveis e estejam dentro de padrões utilizados globalmente. Só assim será possível reduzir efetivamente os atrasos de entrega, devoluções, cancelamento de pedidos, <a href="http://michaelis.uol.com.br/moderno/portugues/index.php?lingua=portugues-portugues&amp;palavra=lit%EDgio" target="_blank">litígios</a> entre comprador e fornecedor, dentre outros problemas que geram rupturas e, consequentemente, perda de vendas.</p>
<p>A sincronização de dados gera resultados expressivos e é por isso que o retorno sobre o investimento de um projeto é atingido em curto prazo. Apesar dos ganhos significativos em eficiência operacional e redução de custos já justificarem o projeto, o maior benefício é o aumento das vendas gerado pela maior disponibilidade de itens na gôndola. Prova disso é uma pesquisa realizada pela <a href="http://www.gs1brasil.org.br/" target="_blank">GS1</a> que, baseada em projetos globais de sincronização, aponta uma redução média da ruptura de estoques de 8% para 3%. Já pensou o quanto isso pode representar para a sua empresa?</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Quer lançar produtos de marca própria com maior velocidade?</title>
		<link>http://www.supplychainmix.com.br/2010/01/quer-lancar-produtos-de-marca-propria-com-maior-velocidade/</link>
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		<pubDate>Fri, 29 Jan 2010 14:10:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Autor Convidado*</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Consumidores cada vez mais exigentes, demandando uma variedade cada vez maior de produtos, desafiam a área de desenvolvimento agregando grande complexidade ao seu dia a dia. Isso sem falar no aumento das exigências legais, sociais e ambientais, além de pressões por maior qualidade, custos mais baixos e prazos menores.
Por falar em prazo, este é um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.supplychainmix.com.br/supplychainmix/wp-content/uploads/2010/01/logo_suamarca.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-219" title="logo_suamarca" src="http://www.supplychainmix.com.br/supplychainmix/wp-content/uploads/2010/01/logo_suamarca.jpg" alt="" width="198" height="240" /></a>Consumidores cada vez mais exigentes, demandando uma variedade cada vez maior de produtos, desafiam a área de desenvolvimento agregando grande complexidade ao seu dia a dia. Isso sem falar no aumento das exigências legais, sociais e <a title="wikipedia" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/ISO_14000" target="_blank">ambientais</a>, além de pressões por maior qualidade, custos mais baixos e prazos menores.</p>
<p>Por falar em prazo, este é um assunto que tem preocupado cada vez mais os times de <a href="http://www.supplychainmix.com.br/2009/12/marcas-exclusivas-ganham/" target="_blank">marcas próprias</a>, já que cada dia de atraso no lançamento de um novo produto representa perdas significativas em receita potencial.</p>
<p>As soluções de <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Product_lifecycle_management" target="_blank">gestão de ciclo de vida de produtos (PLM)</a> foram criadas para suportar o crescimento e acelerar o <a href="http://liderestrategico.wordpress.com/2009/09/02/sua-empresa-esta-preparada-para-a-gestao-da-mudanca/" target="_blank">speed to market</a> de novos produtos. Isso é obtido por meio da implementação de um ambiente de trabalho virtual, onde todos os usuários internos e externos colaboram entre si, gerenciando e executando tarefas e, o mais importante, compartilhando uma <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Crowdsourcing" target="_blank">única “verdade” da informação</a>.</p>
<p>Na ferramenta de PLM são mantidas todas as informações sobre cada produto e é por meio dela que são gerenciados projetos, qualidade e fornecedores. Desta forma, é possível gerar informações seguras de forma praticamente instantânea para monitorar projetos e dar suporte à tomada de decisões.</p>
<p>O grande benefício gerado por este ambiente é a <strong>racionalização</strong> do processo de desenvolvimento, ganhando <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Escalabilidade" target="_blank">escalabilidade</a>, padronização e simplicidade, ao mesmo tempo que centraliza as informações em um único espaço, garantindo assim mais velocidade e menos desperdício na execução dos projetos.</p>
<p>Para usufruir dos benefícios gerados por uma solução de PLM, dirigindo a inovação e entregando novos conceitos ao mercado de forma mais rápida que seus concorrentes, todo o desenvolvimento de produtos será revisto e processos internos e externos sofrerão mudanças. É imprescindível que todas as partes envolvidas se adequem à nova forma de trabalho. Talvez, esse seja o maior desafio.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>O que devemos avaliar na hora de escolher uma solução de NF-e?</title>
		<link>http://www.supplychainmix.com.br/2010/01/o-que-devemos-avaliar-na-hora-de-escolher-uma-solucao-de-nf-e/</link>
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		<pubDate>Tue, 19 Jan 2010 19:00:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Autor Convidado*</dc:creator>
				<category><![CDATA[Suprimento]]></category>

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		<description><![CDATA[Com a grande utilização da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e), diversos softwares foram produzidos por empresas de TI, de todos os tamanhos. É um projeto relativamente fácil de ser desenvolvido. Por isso, muitas corporações sem a estrutura ideal se aventuram e criam soluções para executarem esse processo. Mas devemos nos perguntar: isso se resume apenas ao [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Com a grande utilização da <a title="Nota Fiscal Eletrônica (NF-e)" href="http://www.supplychainmix.com.br/nota-fiscal-eletronica-nf-e/" target="_blank">Nota Fiscal Eletrônica (NF-e)</a>, diversos softwares foram produzidos por empresas de TI, de todos os tamanhos. É um projeto relativamente fácil de ser desenvolvido. Por isso, muitas corporações sem a estrutura ideal se aventuram e criam soluções para executarem esse processo. Mas devemos nos perguntar: isso se resume apenas ao software?</p>
<p>Veja abaixo um gráfico de toda essa trajetória, basta clicar na imagem para ver em tamanho maior:</p>
<p style="text-align: center;"><a title="O que devemos avaliar na hora de escolher uma solução de NF-e? by SCMix, on Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/supplychainmix/4310824147/sizes/l/"><img class="aligncenter" src="http://farm5.static.flickr.com/4067/4310824147_fbe759fde6_m.jpg" alt="O que devemos avaliar na hora de escolher uma solução de NF-e?" width="240" height="170" /></a></p>
<p>Na hora de adquirir uma solução, as empresas devem analisar alguns itens, como por exemplo:</p>
<p>1.       Tamanho da empresa que desenvolve e implanta o software. Algumas perguntas que devem ser feitas: será que a corporação vai existir a longo prazo? Devemos nos preocupar com isso para não “ficarmos na mão” caso a empresa feche, seja vendida etc? Onde meus arquivos de <a href="http://www.supplychainmix.com.br/nota-fiscal-eletronica-nf-e/" target="_blank">NF-e</a> estão? Quem vai manter a solução, suporte, alterações legais, prazo do contrato de fornecimento, cláusulas de segurança, etc?</p>
<p>2.       A segurança também deve ser muito bem detalhada. Onde meus arquivos trafegarão (segurança na transmissão)? Onde serão armazenados (segurança de hosting)? Onde meu certificado digital será armazenado? Como o certificado será incluído nos arquivos da <a href="http://www.supplychainmix.com.br/nota-fiscal-eletronica-nf-e/" target="_blank">NF-e</a>? Todas estas questões devem ser levantadas para que não criemos um passivo com a SEFAZ Se na hora de auditoria não tivermos disponíveis os arquivos das <a href="http://www.supplychainmix.com.br/nota-fiscal-eletronica-nf-e/" target="_blank">NF-e&#8217;s</a>, podemos sofrer nas mãos de estelionatários fazendo uso do certificado digital para empréstimos, fraudes, entre outros.</p>
<p>3.       A área de suporte é outro ponto de atenção, pois se o funcionamento dela não ocorrer de forma correta quando a empresa necessita faturar, a operação ficará completamente paralisada. É preciso estar atento a detalhes como: níveis de suporte; se possui atendimento 24h por dia, sete dias por semana; se é on-line ou via telefone; que ferramentas são usadas além das pessoas para prestar este serviço; backup etc.</p>
<p>4.       Por último, questões que não podem passar em branco: A solução de <a href="http://www.supplychainmix.com.br/nota-fiscal-eletronica-nf-e/" target="_blank">NF-e</a> que está sendo contratada é escalável? Posso usá-la para ajudar a minha empresa a melhorar ou automatizar mais processos, como recepção automáticas das <a href="http://www.supplychainmix.com.br/nota-fiscal-eletronica-nf-e/" target="_blank">NF-e&#8217;s</a>, disponibilização automática dos arquivos digitais aos meus clientes, entre outros?</p>
<p>Estes são apenas alguns pontos em que se deve preocupar na hora de avaliar. Leve em consideração as necessidades específicas que sua empresa pode ter. E lembre-se sempre: se a solução de <a href="http://www.supplychainmix.com.br/nota-fiscal-eletronica-nf-e/" target="_blank">NF-e</a> parar, a operação da empresa também para!</p>
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		<title>Os prejuízos da falta de sincronização de dados e como resolver o problema</title>
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		<pubDate>Thu, 14 Jan 2010 17:12:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Autor Convidado*</dc:creator>
				<category><![CDATA[Suprimento]]></category>
		<category><![CDATA[GDS]]></category>
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		<description><![CDATA[Uma pesquisa da AMR Research revela que, em média, 30% das transações entre indústria e varejo contêm dados incorretos. Outra pesquisa realizada pela Ernst &#38; Young mostra que, devido a esta ineficiência na cadeia de abastecimento, as empresas perdem em média 3,5% das vendas todos os anos. Os dois estudos referem-se aos chamados dados mestres [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma pesquisa da AMR Research revela que, em média, 30% das transações entre indústria e varejo contêm dados incorretos. Outra pesquisa realizada pela Ernst &amp; Young mostra que, devido a esta ineficiência na cadeia de abastecimento, as empresas perdem em média 3,5% das vendas todos os anos. Os dois estudos referem-se aos chamados dados mestres (master data), ou seja, dados cadastrais de produto como descrições, códigos, pesos e dimensões.</p>
<p>A falta de sincronização de dados entre varejo e indústria é atualmente um dos principais geradores de desperdício, ineficiência e falta de produtos nos pontos de venda. Este problema, consequente da inacuracidade de dados, é ainda mais evidente no Brasil, onde, apesar da tecnologia já ter mudado consideravelmente o comportamento do varejo e da indústria, ainda há muito a ser feito. Por aqui, mesmo grandes redes varejistas ainda utilizam processos manuais para sincronizar dados de produtos, o que, inevitavelmente, resulta em dados imprecisos.</p>
<p>Verifique se sua empresa enfrenta algum dos problemas abaixo:</p>
<p>· Falta de produtos nos pontos de venda</p>
<p>· Grande número de litígios entre comprador e fornecedor</p>
<p>· Atrasos de entrega, devoluções e cancelamento de pedidos</p>
<p>· Erros de recebimento e de faturamento</p>
<p>· Necessidade de manter catálogos duplicados</p>
<p>· Atraso na introdução de novos produtos</p>
<p>· Falta de conhecimento sobre descontinuidade de produtos</p>
<p>A Rede Global de Sincronização de Dados (GDSN) é uma poderosa ferramenta criada não apenas para resolver estes problemas, mas também gerar benefícios substanciais através da troca sincronizada e padronizada de dados de supply chain de forma segura entre comprador e fornecedor.</p>
<p>A sincronização global de dados (GDS) permite um único ponto de entrada dos dados mestres na cadeia de abastecimento e está baseada em três elementos principais: sincronização de dados, qualidade dos dados e classificação dos produtos. É a combinação destes três elementos que cria um ambiente poderoso para a sincronização segura e contínua.</p>
<p>A GDSN define normas, padrões e uma infra-estrutura que garante que todos os parceiros de negócio interligados a ela “falem a mesma língua”. Isso é viabilizado por meio de uma rede de data pools certificados que garantem a integridade e confidencialidade das informações e do utilizador. Os data pools são interligados ao registro global GS1, o repositório central de informações da GDSN que garante a unicidade dos itens e parceiros comerciais.</p>
<p>Utilizando um data pool global e certificado como o da NeoGrid, comprador e fornecedor utilizam uma linguagem comum e têm a possibilidade de negociar com parceiros de qualquer parte do globo, ampliando seu leque de oportunidades. Além, é claro, de usufruir dos benefícios proporcionados pela sincronização de dados, dos quais se destacam a redução de custos, maior eficiência operacional e aumento de vendas.</p>
<p>E então? Se a sua empresa pretende vender mais ou negociar globalmente em 2010, sincronize!</p>
<p>Modelo de funcionamento da Rede Global de Sincronização de Dados</p>
<p><a href="http://www.supplychainmix.com.br/supplychainmix/wp-content/uploads/2010/01/imagempostsven.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-198" title="imagempostsven" src="http://www.supplychainmix.com.br/supplychainmix/wp-content/uploads/2010/01/imagempostsven-300x186.jpg" alt="" width="300" height="186" /></a></p>
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		<title>Marcas exclusivas ganham cada vez mais adeptos!</title>
		<link>http://www.supplychainmix.com.br/2009/12/marcas-exclusivas-ganham/</link>
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		<pubDate>Tue, 15 Dec 2009 14:14:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Autor Convidado*</dc:creator>
				<category><![CDATA[Multimídia]]></category>
		<category><![CDATA[Suprimento]]></category>
		<category><![CDATA[Marca Própria]]></category>
		<category><![CDATA[Private Labels]]></category>
		<category><![CDATA[varejo]]></category>

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		<description><![CDATA[A exemplo do que ocorreu na Europa e vem acontecendo nos Estados Unidos,  produtos de marca própria estão cada vez mais presentes na cesta de compras do consumidor brasileiro. É por esta razão que supermercadistas e atacadistas têm aumentado significativamente os investimentos neste mercado.
A quantidade de itens de marca própria cresceu 22,7% em 2009, ao [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A exemplo do que ocorreu na Europa e vem acontecendo nos Estados Unidos,  produtos de marca própria estão cada vez mais presentes na cesta de compras do consumidor brasileiro. É por esta razão que supermercadistas e atacadistas têm aumentado significativamente os investimentos neste mercado.</p>
<p>A quantidade de itens de marca própria cresceu 22,7% em 2009, ao mesmo tempo que o faturamento registrou um crescimento de 7% em relação a 2008. O maior número de marcas está concentrado na cesta de produtos alimentícios. Já quando se fala em número de itens, é a cesta têxtil que fica na dianteira. É o que revela o 15º Estudo Anual da Nielsen, divulgado em novembro.</p>
<p>Apesar do consumo de produtos de marca própria crescer a cada ano, ainda estamos bem abaixo dos índices europeus, onde em países como Suíça e Inglaterra quase metade dos itens vendidos são de marcas exclusivas. Podemos traduzir este fato como uma grande oportunidade, não apenas para redes varejistas e atacadistas que atuam no Brasil, mas também para as empresas que fornecem os produtos para estas redes.</p>
<p>Uma das conseqüências ao investir em marcas próprias é um maior estreitamento da relação entre varejista e fornecedor, pois ambos são co-responsáveis pelo sucesso ou fracasso de cada novo produto lançado. Isto exigirá um maior nível de controle sobre as informações e melhor gestão do ciclo de vida de cada produto, sem contar a própria estratégia de marcas próprias.</p>
<p>À medida que a quantidade de produtos lançados aumenta e o ciclo de vida de cada produto diminui, fazer a gestão das informações de forma manual torna-se um grande risco para a marca (leia-se varejista/atacadista), para o fornecedor e sobretudo para o consumidor, que poderá estar levando para casa um produto de qualidade duvidosa.</p>
<p>As soluções de Gestão de Ciclo de Vida (<a title="Product Lifecycle Management" href="http://www.neogrid.com.br/imprensa/destaque.php?cd_destaque=15" target="_blank">Product Lifecycle Management</a> &#8211; PLM) existem para suprir esta e outras necessidades, dando suporte ao crescimento de marcas próprias. Uma solução de PLM possibilita que redes varejistas e atacadistas aumentem suas vendas, agilidade e qualidade no que se refere a produtos de marca própria. Ao mesmo tempo, gera diminuição dos riscos e custos, permitindo lançar maior quantidade de produtos mais rapidamente.</p>
<p>Um pouco mais sobre o mercado de marcas próprias pode ser visto nesta apresentação</p>
<div style="width: 425px; text-align: left;"><a style="font:14px Helvetica,Arial,Sans-serif;display:block;margin:12px 0 3px 0;text-decoration:underline;" title="Apresentação sobre Private Labels" href="http://www.slideshare.net/supplychainmix/apresentao-sobre-private-labels">Apresentação sobre Private Labels</a><object style="margin:0px" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="355" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="src" value="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=apresentaoblog4-091215075004-phpapp01&amp;stripped_title=apresentao-sobre-private-labels" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed style="margin:0px" type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="355" src="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=apresentaoblog4-091215075004-phpapp01&amp;stripped_title=apresentao-sobre-private-labels" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></div>
<div id="__ss_2722717" style="width: 425px; text-align: left;">
<div style="font-size: 11px; font-family: tahoma,arial; height: 26px; padding-top: 2px;">View more <a style="text-decoration:underline;" href="http://www.slideshare.net/">presentations</a> from <a style="text-decoration:underline;" href="http://www.slideshare.net/supplychainmix">Neogrid</a>.</div>
</div>
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		<title>Passado, Presente e Futuro do SCM</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Dec 2009 13:00:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Autor Convidado*</dc:creator>
				<category><![CDATA[Máximo desempenho]]></category>
		<category><![CDATA[Suprimento]]></category>
		<category><![CDATA[CPFR]]></category>
		<category><![CDATA[S&OP]]></category>
		<category><![CDATA[SCM]]></category>
		<category><![CDATA[Supply Chain Management]]></category>
		<category><![CDATA[VMI]]></category>

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		<description><![CDATA[O termo Supply Chain Management (ou gestão da cadeia de suprimentos, em português) é relativamente novo. Foi citado pela primeira vez nos anos 80 por R. K. Oliver e M. D. Webber no artigo Supply-Chain Management: Logistics Catches Up with Strategy. A idéia principal é a mudança do foco de operações, da eficiência dos recursos internos para uma nova [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O termo <em><a href="http://www.supplychainmix.com.br/supply-chain-management/" target="_self">Supply Chain Management</a></em> (ou <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ger%C3%AAncia_de_cadeia_de_suprimentos" target="_blank">gestão da cadeia de suprimentos</a>, em português) é relativamente novo. Foi citado pela primeira vez nos anos 80 por R. K. Oliver e M. D. Webber no artigo <em>Supply-Chain Management: Logistics Catches Up with Strategy</em>. A idéia principal é a mudança do foco de operações, da eficiência dos recursos internos para uma nova visão onde o objetivo passa a ser melhorar a eficiência da cadeia, torná-la mais competitiva e assim se diferenciar da cadeia concorrente. Um fato interessante é que em outras teorias ocorre esta mesma tendência, de passar a olhar para fora da empresa, como em estratégias com <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Cinco_for%C3%A7as_de_Porter" target="_blank">as cinco forças de Porter</a>, por exemplo.</p>
<p>No Brasil, passávamos por um período de grande instabilidade: redemocratização, diversos planos econômicos, abertura de mercado e, em 1994, a implantação do <a href="http://www.fazenda.gov.br/portugues/real/planreal.asp" target="_blank">Plano Real</a>, que foi um marco para estabilidade de nossa economia. Até então os administradores não consideravam os estoques como ferramentas para absorver as variações entre oferta e demanda. A visão era de que tudo funcionava como um elemento que permitia a escolha da melhor hora da compra e da venda para lucrar com a inflação. Era apenas um instrumento econômico.</p>
<p>Isso nos levou a uma estagnação ao invés da adoção de novos conceitos que eram discutidos e implementados em países mais estáveis, como os EUA. Atualmente estamos em um caminho que outros países já percorreram, mas estamos emparelhando. Por exemplo, antes somente o Walmart, através do Retail Link, trocava informações de estoque e demanda com seus parceiros de negócio. Hoje em dia, empresas como Carrefour, Pão de Açucar, Saraiva, Kalunga, Magazine Luiza, entre muitas outras já fazem essa troca de informação.</p>
<p>Hoje, os processos de <em>Supply Chain Management</em> que mais estão em moda são processos colaborativos como o <a href="http://www.neogrid.com.br/caso/index.php?cd_caso=29" target="_blank">Collaborative Planning, Forecasting and Replenishment (CPFR)</a>, <a href="http://www.supplychainmix.com.br/vendor-managed-inventory-vmi/" target="_blank">Vendor Managed Inventory (VMI)</a> e o <a href="http://www.supplychainmix.com.br/sales-and-operations-planning-sop/" target="_blank">Sales and Operations Planning (S&amp;OP)</a>. Processos como estes têm cada vez mais precedentes de sucesso e norteiam boa parte das discussões no mundo acadêmico. Minha percepção é que o S&amp;OP é o processo mais implementado nos dias atuais. <a href="http://www.neogrid.com.br/imprensa/press_release.php?cd_press_release=69" target="_blank">Indústrias de grande e médio porte</a> possuem cadeias muito repetitivas e ainda migrarão para este tipo de solução. Uma possível barreira é a dificuldade no cálculo de rentabilidade desse tipo de projeto. Afinal, os ganhos financeiros não são medidos de forma direta. Outros processos menos amadurecidos vem sendo adotados por empresas com maior nível de maturidade e escala.</p>
<p>O mundo mudou e nossas crenças mudaram. Quem não tiver bom olho no futuro, um dia estará obsoleto. Por outro lado, ter cuidado para não pular de um penhasco junto à manada é imprescindível. O que hoje é diferencial competitivo, amanhã é requisito de sobrevivência. E o que você faz para estar na frente?</p>
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