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	<title>Supply Chain Mix &#187; Na medida certa</title>
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	<description>Supply Chain Mix, blog abordando assuntos como Private Labels, CT-e, Marca Propria, SEFAZ, NF-e, varejo</description>
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			<item>
		<title>Nível de Serviço &#124; Satisfação do nosso Cliente</title>
		<link>http://www.supplychainmix.com.br/2011/08/nivel-de-servico-satisfacao-do-nosso-cliente/</link>
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		<pubDate>Mon, 22 Aug 2011 13:09:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Camilo Manfredi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Na medida certa]]></category>
		<category><![CDATA[consumidor]]></category>
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		<description><![CDATA[A grande maioria das empresas se preocupa e busca sempre um melhor nível de serviço ou fornecimento aos seus clientes. A intensidade de atendimento que nossos estoques permitem oferecer aos consumidores, quanto maior, menos perdas ocorrerão, mas em excesso vai consumir todo o fluxo de caixa em mercadoria parada na prateleira (prejuízos). Entender melhor a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A grande maioria das empresas se preocupa e busca sempre um melhor nível de serviço ou fornecimento aos seus clientes. A intensidade de atendimento que nossos estoques permitem oferecer aos consumidores, quanto maior, menos perdas ocorrerão, mas em excesso vai consumir todo o fluxo de caixa em mercadoria parada na prateleira (prejuízos). Entender melhor a necessidade do fluxo de mercadoria esta diretamente proporcional aos custos e consequentemente aos lucros.</p>
<p>O nível de serviço é vital para o desenho e estabelecimento das políticas de estoque, ele representa o quanto é desejado atender os clientes. A estimativa do Custo Total de se manter estoque é fundamental para as decisões de reposição de produtos.</p>
<p>Custo Total = Custo do Excesso + Custo da Falta</p>
<p>Custo da Falta é função de:</p>
<ul>
<li>Venda Média</li>
<li>Margem Unitária</li>
<li>Risco da Não Venda</li>
<li>Outros Custos da Falta</li>
</ul>
<p>Custo do Excesso é função de:</p>
<ul>
<li>Incerteza das Vendas</li>
<li>Custo Unitário do Produto</li>
<li>Custos da Manutenção de Estoque (juros, armazenagem, &#8230;)</li>
</ul>
<p>Para que o nível de serviço desejado seja refletido no pulmão do Estoque de Segurança, é utilizada uma regra a partir de uma Curva Normal. A equação da curva normal de Gauss, que é uma curva matemática teórica, baseia-se em dois parâmetros, a média e o desvio-padrão. Esses dois parâmetros definem tanto a curva normal como a população de onde a amostra foi retirada, constitui, portanto os elementos primordiais desse tipo de estatística denominada paramétrica, uma estatística que é assim chamada justamente por basear-se nesses dois parâmetros.</p>
<div id="attachment_474" class="wp-caption aligncenter" style="width: 245px"><a href="http://www.supplychainmix.com.br/supplychainmix/wp-content/uploads/2011/08/NS_1.jpg"><img class="size-full wp-image-474" title="NS_1" src="http://www.supplychainmix.com.br/supplychainmix/wp-content/uploads/2011/08/NS_1.jpg" alt="" width="235" height="158" /></a><p class="wp-caption-text">Curva Normal - Gauss</p></div>
<p>Os percentuais são proporcionalmente relacionados a constantes, que futuramente são utilizadas para o cálculo do Estoque de Segurança, volume de estoque suficiente para absorver as incertezas da demanda.</p>
<div id="attachment_475" class="wp-caption aligncenter" style="width: 218px"><a href="http://www.supplychainmix.com.br/supplychainmix/wp-content/uploads/2011/08/NS_2.jpg"><img class="size-full wp-image-475" title="NS_2" src="http://www.supplychainmix.com.br/supplychainmix/wp-content/uploads/2011/08/NS_2.jpg" alt="" width="208" height="206" /></a><p class="wp-caption-text">Relação Percentual x Constante</p></div>
<p>Existem diferentes formas na cadeia de suprimentos para se calcular o nível de serviço e por isso é fundamental um adequado entendimento das principais maneiras de se medir os indicadores de disponibilidade de produto.</p>
<p>A busca pelo melhor “Nível de Serviço” continua!!!</p>
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		<item>
		<title>Planejamento Colaborativo de Demanda &#124; Bottom-Up ou Top-Down</title>
		<link>http://www.supplychainmix.com.br/2011/06/planejamento-colaborativo-de-demanda-bottom-up-ou-top-down/</link>
		<comments>http://www.supplychainmix.com.br/2011/06/planejamento-colaborativo-de-demanda-bottom-up-ou-top-down/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 27 Jun 2011 18:02:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Camilo Manfredi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Na medida certa]]></category>
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		<category><![CDATA[estratégia]]></category>
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		<description><![CDATA[O Planejamento Colaborativo de Demanda, mais conhecido pela sigla “S&#038;OP” (Sales &#038; Operations Planning) é um processo onde diferentes áreas encontram-se para estabelecer o planejamento de produção/venda que atenda as necessidades do mercado e ao mesmo tempo suporte as estratégias da empresa.

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			<content:encoded><![CDATA[<p>O Planejamento Colaborativo de Demanda, mais conhecido pela sigla “S&amp;OP” (Sales &amp; Operations Planning) é um processo onde diferentes áreas encontram-se para estabelecer o planejamento de produção/venda que atenda as necessidades do mercado e ao mesmo tempo suporte as estratégias da empresa.</p>
<p>Atualmente, com base neste conceito muitas empresas criaram e já aplicam o processo de S&amp;OP, normalmente com objetivo de aumentar a assertividade no planejamento de demanda com foco no ganho através de um melhor nível de serviço aos clientes. Este processo, se bem desenhado e suportado por uma plataforma de tecnologia, garante bons resultados para a empresa.</p>
<p>Existem diversos modelos para um planejamento colaborativo, portanto é necessário encontrar o melhor para a sua empresa. Normalmente uma Consultoria de implantação estuda o seu negócio e propõe o melhor modelo para que as chances de bons resultados, em um bom período de tempo sejam maiores.</p>
<p>Como neste processo a base é <strong>PESSOAS</strong>, quem envolver, quando envolver e de que forma envolver garante o engajamento/compromisso dos envolvidos ao longo dos ciclos de planejamento.</p>
<p>Por este motivo, a característica do planejamento Bottom-Up ou Top-Down deve ser bem definida para garantir um processo sólido e que tenha a essência da empresa.</p>
<p><strong>Processo Bottom-Up<br />
</strong>O processo Bottom-Up (de baixo para cima) normalmente é mais indicado para empresas onde o número de colaboradores na estrutura de vendas é reduzido ou que o comprometimento destes colaboradores para com o processo seja alto. O grande benefício deste processo é a obtenção de um número “limpo”, trazido pela estrutura de Vendas com base no dia-a-dia dos clientes e no comportamento do mercado. Este número de Vendas é novamente planejado colaborativamente com números estratégicos e restritivos da empresa para que o plano único realmente seja definido. Conceitualmente este seria o processo ideal, porém nem todas as empresas são iguais e provavelmente com ele não conseguiriam o melhor resultado. </p>
<div id="attachment_444" class="wp-caption alignleft" style="width: 440px"><a href="http://www.supplychainmix.com.br/supplychainmix/wp-content/uploads/2011/06/Bottom-Up.png"><img class="size-large wp-image-444  " title="Bottom-Up" src="http://www.supplychainmix.com.br/supplychainmix/wp-content/uploads/2011/06/Bottom-Up-1024x654.png" alt="" width="430" height="274" /></a><p class="wp-caption-text">Bottom-Up</p></div>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Processo Top-Down<br />
</strong>O processo Top-Down (de cima para baixo) normalmente é mais indicado para empresas onde o número de colaboradores na estrutura de vendas é alto ou que o comprometimento destes colaboradores para com o processo seja baixo. Em muitos casos o tempo para o planejamento colaborativo é pequeno, exigindo uma rápida definição do plano único e um processo secundário de Divisão de Metas ou Distribuição dos Alvos de Venda. </p>
<div id="attachment_445" class="wp-caption alignleft" style="width: 440px"><a href="http://www.supplychainmix.com.br/supplychainmix/wp-content/uploads/2011/06/Top-Down.png"><img class="size-large wp-image-445  " title="Top-Down" src="http://www.supplychainmix.com.br/supplychainmix/wp-content/uploads/2011/06/Top-Down-1024x648.png" alt="" width="430" height="272" /></a><p class="wp-caption-text">Top-Down</p></div>
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		<title>Tecnologia em Demand &amp; Supply Chain Management? Sim, mas com Segurança!</title>
		<link>http://www.supplychainmix.com.br/2011/03/tecnologia-em-demand-supply-chain-management-sim-mas-com-seguranca/</link>
		<comments>http://www.supplychainmix.com.br/2011/03/tecnologia-em-demand-supply-chain-management-sim-mas-com-seguranca/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 29 Mar 2011 19:45:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Supply Chain Mix</dc:creator>
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A gestão da cadeia de suprimentos e demanda do futuro será inteiramente dependente do uso de plataformas tecnológicas que auxiliarão nos seus mais variados processos. À proporção que esse futuro se aproxima, uma nova malha global de indústrias e grandes operações de varejo tem surgido, já fazendo uso de vários recursos dessas plataformas. Essa malha [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.supplychainmix.com.br/supplychainmix/wp-content/uploads/2011/03/banco1.jpg"></a></p>
<p>A gestão da cadeia de suprimentos e demanda do futuro será inteiramente dependente do uso de plataformas tecnológicas que auxiliarão nos seus mais variados processos. À proporção que esse futuro se aproxima, uma nova malha global de indústrias e grandes operações de varejo tem surgido, já fazendo uso de vários recursos dessas plataformas. Essa malha inteligente que conta com dados sincronizados, gerenciamento otimizado de estoque, e-procurement  e sistemas eletrônicos de emissão e recebimento de notas ou documentos, dentre outras capacidades, vem se desenvolvendo e se fortificando, trazendo um grande diferencial competitivo para as empresas usuárias.</p>
<p>Diante dessa nova realidade, a necessidade de segurança dos recursos virtuais e seus respectivos fornecedores passou a ter importância. Um ataque a sistemas de Demand and Supply Chain Management pode ter um impacto tão forte quanto a falta de recursos palpáveis necessários para a operação funcionar, como estradas ou meios de transporte.</p>
<p>Assim sendo, a resiliência dos sistemas computacionais gerada pelo uso de controles adequados de segurança e recursos escaláveis é de extrema importância para que problemas encontrados no uso dessas plataformas modernas de gestão não ofusquem seus benefícios.</p>
<p>Algumas perguntas podem orientar a escolha dos melhores provedores de produtos e serviços para gestão da cadeia de suprimentos e demanda como:</p>
<ul>
<li><a href="http://www.supplychainmix.com.br/supplychainmix/wp-content/uploads/2011/03/banco1.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-400" title="banco" src="http://www.supplychainmix.com.br/supplychainmix/wp-content/uploads/2011/03/banco1-300x225.jpg" alt="" width="210" height="158" /></a>A empresa possui infra-estrutura para suportar clientes de grande porte com altos volumes de informação? </li>
<li>O Data Center no qual os dados são armazenados é seguro e confiável?</li>
<li>As melhores práticas de desenvolvimento de código seguro são observadas?</li>
<li>Certificados digitais com chaves criptográficas fortes são utilizados para o transporte de dados?</li>
<li>Um canal seguro é fornecido para a troca de informações?</li>
</ul>
<p> Provedores de soluções para Demand and Supply Chain Management que dão respostas positivas a essas perguntas oferecem menos riscos para o negócio e são de maior credibilidade.</p>
<p>Essas questões são primordiais para garantir que a gestão estratégica da cadeia de suprimentos e demanda, auxiliada por plataformas tecnológicas modernas, seja ainda mais segura que no passado, quando caneta, papel e calculadora eram utilizados.</p>
<p>Dessa maneira, garante-se que as grandes vantagens da colaboração, como aumento de vendas, otimização de estoques e redução da ruptura com o conseqüente aumento da lucratividade podem ser obtidas com Segurança!</p>
<p>Referências Bibliográficas:</p>
<p>Ting Chen,  Guojun Ji, &#8220;Study on supply chain disruption risk”, pp. 404-409, 2009 6th International Conference on Service Systems and Service Management, 2009</p>
<p>Gartner &#8211; <a href="http://www.gartner.com/DisplayDocument?id=1472716" target="_blank">Predicts 2011: Global Logistics Leadership a Strategic Imperative</a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Quais os 5 softwares que serão mais demandados pelas empresas em 2011</title>
		<link>http://www.supplychainmix.com.br/2011/02/quais-os-5-softwares-que-serao-mais-demandados-pelas-empresas-em-2011/</link>
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		<pubDate>Tue, 08 Feb 2011 12:31:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Supply Chain Mix</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Encontramos uma notícia no Olhar Digital interessante para nossos leitores, confira abaixo!
Relatório do Gartner diz que este será o da modernização dos sistemas, do uso de soluções em nuvem e das aplicações inovadoras
Em 2011, o mercado de software corporativo vai movimentar receitas que ultrapassarão os US$ 253 bilhões, o que representa um aumento de 7,5% [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Encontramos uma notícia no <a href="http://olhardigital.uol.com.br/negocios/digital_news/noticias/quais_os_5_softwares_que_serao_mais_demandados_pelas_empresas_em_2011" target="_blank">Olhar Digital</a> interessante para nossos leitores, confira abaixo!</p>
<p><em>Relatório do Gartner diz que este será o da modernização dos sistemas, do uso de soluções em nuvem e das aplicações inovadoras</em></p>
<p>Em 2011, o mercado de software corporativo vai movimentar receitas que ultrapassarão os US$ 253 bilhões, o que representa um aumento de 7,5% em relação, segundo levantamento do Gartner. Entre as cinco principais soluções que contribuirão para o crescimento do setor, o estudo indica que as organizações vão demandar, com mais ênfase, cinco aplicações: BI (business intelligence), colaboração, gestão de conteúdo, softwares ‘sociais’ e SCM (Supply Chain Management ou, em português, gestão da cadeia de suprimentos).<br />
O Gartner aponta também que este será o ano em que as empresas vão investir na modernização do ambiente de sistemas, utilizando modelos alternativos, como software como serviço (SaaS) e soluções em cloud computing (computação em nuvem). Outro foco dos investimentos em software será direcionado a buscar aplicações voltadas a contribuir com aumento de receitas e que tragam inovação.<br />
O relatório prevê que, até 2015, o grande crescimento do mercado de software virá de soluções que garantam o alinhamento às demandas das áreas de negócio, no sentido de atrair e reter clientes, melhorar processos, aumentar a colaboração, gerenciar conteúdos, monitorar performance, garantir transparência nos resultados e contribuir com a eficiência e a flexibilidade operacional.</p>
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		<item>
		<title>Parceria entre Fornecedor e Distribuidor agrega valor ao negócio e maximiza resultados</title>
		<link>http://www.supplychainmix.com.br/2010/12/parceria-entre-fornecedor-e-distribuidor-agrega-valor-ao-negocio-e-maximiza-resultados/</link>
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		<pubDate>Tue, 21 Dec 2010 16:42:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Supply Chain Mix</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Uma das principais tendências entre as empresas industrializadoras modernas é eliminar a idéia de que Fornecedores e Distribuidores competem entre si, principalmente no que diz respeito à  Indústria x Distribuidor. A indústria que aproxima-se de seu distribuidor adquire vantagem competitiva em relação aos seus concorrentes, principalmente, se esta aproximação ocorrer através da otimização da Cadeia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.supplychainmix.com.br/supplychainmix/wp-content/uploads/2010/12/Business-teamwork-business-men-making-a-puzzleon-white_jpg.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-350" title="Business teamwork - business men making a puzzleon white_jpg" src="http://www.supplychainmix.com.br/supplychainmix/wp-content/uploads/2010/12/Business-teamwork-business-men-making-a-puzzleon-white_jpg-300x187.jpg" alt="" width="240" height="150" /></a>Uma das principais tendências entre as empresas industrializadoras modernas é eliminar a idéia de que Fornecedores e Distribuidores competem entre si, principalmente no que diz respeito à  Indústria x Distribuidor. A indústria que aproxima-se de seu distribuidor adquire vantagem competitiva em relação aos seus concorrentes, principalmente, se esta aproximação ocorrer através da otimização da Cadeia de Abastecimento. Desta maneira, o fornecedor atende melhor o seu distribuidor e, conseqüentemente, o consumidor final, aumentando o nível de parceria entre estes dois elos da cadeia.</p>
<p><strong>Utilizando o <a href="http://www.supplychainmix.com.br/vendor-managed-inventory-vmi/">VMI (<em>Vendor Managed Inventory)</em></a> como ferramenta de aproximação ao Distribuidor.</strong></p>
<p>Esta ferramenta vem sendo amplamente utilizada entre indústrias e seus revendedores. O que no início era considerada apenas como uma experiência, está se tornando uma ótima maneira de fazer negócios.</p>
<p>A premissa deste modelo de negócio é que o fabricante assuma a responsabilidade sobre os níveis de inventário de seus distribuidores. O produtor tem, portanto, acesso a dados sobre os volumes de estoques e aos volumes históricos de vendas, através de trocas eletrônicas de informações (EDI). Isto possibilita uma visão geral do balanceamento de cada linha de produto, bem como, a visão da demanda real dos consumidores. Através do aumento de visibilidade da demanda nos próximos elos da cadeia, a reposição acontece com maior qualidade e assertividade, fazendo com que os produtos estejam sempre disponíveis nos momentos, volumes e locais corretos.</p>
<p>A medida que o processo mostra resultados que agreguem valor aos olhos dos distribuidores, como: aumento do nível de serviço ao consumidor, redução da ruptura de vendas por falta de estoque, adequação do fluxo de caixa, melhora da alocação dos recursos financeiros, entre outros benefícios, os distribuidores tendem a confiar mais em seu fornecedor e perceber que o mesmo está preocupado não somente em repor os seus estoques, bem como, ajudá-lo a vender e conseguir resultados, juntos.</p>
<p>Se o seu modelo de negócio requer uma distribuição bem estruturada e possui alto nível de exigência quanto ao atendimento da demanda, pense no VMI como uma mecanismo de trazer o distribuidor de seus produtos para mais perto de você. Com certeza, aumentando o nível de parceria e o relacionamento entre estes dois componentes, o consumidor de seus produtos ficará mais satisfeito e, conseqüentemente, muitos ganhos serão obtidos pela sua empresa e pelo seu distribuidor.</p>
<p>Bons negócios!</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Indústria e Varejo: Rivais ou Aliados?</title>
		<link>http://www.supplychainmix.com.br/2010/08/industria-e-varejo-rivais-ou-aliados/</link>
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		<pubDate>Thu, 19 Aug 2010 12:26:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Supply Chain Mix</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A resposta pode parecer óbvia num primeiro instante, entretanto o que temos visto é uma guerra incessante onde ambos acreditam que para que um ganhe é preciso que o outro perca.
O Valor Econômico em sua edição do dia 07/06/2010 trouxe a matéria: “Varejo e indústria tentam sincronizar encomendas”, por Daniele Madureira. Esta reportagem trata da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A resposta pode parecer óbvia num primeiro instante, entretanto o que temos visto é uma guerra incessante onde ambos acreditam que para que um ganhe é preciso que o outro perca.</p>
<p>O Valor Econômico em sua edição do dia 07/06/2010 trouxe a matéria: <strong>“Varejo e indústria tentam sincronizar encomendas”</strong>, por Daniele Madureira. Esta reportagem trata da relevância na busca pela colaboração entre Indústria e Varejo, citando players como: Carrefour, Procter&amp;Gamble, L&#8217;Oréal além de destacar o papel de uma empresa fornecedora de soluções que concorrem para este equilíbrio.</p>
<p>Em maio deste ano, um evento de benchmark reuniu em São Paulo três grandes indústrias num fórum dedicado a discutir a importância da colaboração entre indústria e varejo. Representando a indústria estiveram presentes: Procter&amp;Gamble, L&#8217;Oréal e Johnson&amp;Johnson. Do lado do varejo, grandes redes de drogarias estiveram presentes, além de grandes distribuidores do segmento farmacêutico como: Panarello e Santa Cruz.</p>
<p>Coube às indústrias presentes apresentar seus casos de sucesso utilizando soluções de gestão da cadeia de suprimentos e demanda como ferramentas eficazes para colaboração entre os elos da cadeia.</p>
<p>“Estamos crescendo rapidamente e a colaboração entre varejo e indústria é fator preponderante para este crescimento&#8230;”; “Não existe uma boa equipe de venda sem ter um excelente suporte de Sell Out e encontramos no mercado o parceiro ideal para oferecer este suporte através de suas soluções colaborativas e de suporte à inteligência de vendas”, <strong>Délio Oliveira, Diretor Comercial da L&#8217;ÓREAL</strong>.</p>
<p>“Cada vez mais trabalhamos de forma colaborativa com as informações de vendas e estoques dos nossos clientes a fim de buscar as melhores soluções para alavancar negócios em conjunto com o varejo. A partir da utilização de soluções eficazes de gestão da cadeia de suprimentos e demanda, viabilizamos o compartilhamento das informações e passamos a aplicar o conhecimento adquirido para impulsionar as vendas”; “Utilizando a ferramenta de Pedido Inteligente, planejamento de distribuição e CPFR que estabelece uma coordenação entre a produção, planejamento, previsão de vendas e reposição, podemos materializar nosso lema: produto certo, na loja certa, no momento certo a um preço certo” <strong>Júlio Gomes, Trade Marketing  da Johnson&amp;Johnson</strong>.</p>
<p>“Nosso sucesso utilizando soluções de colaboração em Supply Chain resultou em um projeto interno que chamamos de Conectividade Total. Somos uma empresa de 180 anos, mas reconhecemos que foi uma empresa muito jovem quem nos apontou o caminho para o futuro.” <strong>Fábio Caldeira, Modern Retail Manager da Procter&amp;Gamble</strong>.</p>
<p>O depoimento destes gigantes da indústria ratifica que a colaboração entre a indústria vem dando bons frutos. Na realidade, os interesses não são divergentes. O modelo mental do negócio é que está estruturado de uma maneira que faz parecer que sejam. Ambos, indústria e varejo desejam potencializar seus ganhos, aumentando o ROI (Retorno sobre Investimento) de suas operações.  O conflito não está no objetivo, que na verdade é comum, mas na forma como as negociações são conduzidas</p>
<p>Fornecedor e varejo podem, em muito, maximizar seus ganhos se optarem pela união de forças em detrimento do confronto, que apenas traz a sensação de vantagem, mas que em verdade, contabiliza enormes prejuízos para todos a curto-médio prazo.</p>
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